Nacionalismo

Nos últimos dois séculos, o Nacionalismo tem sido um elemento central da sociedade e da política. Nenhuma ideologia conseguiu igualar a sua força e as suas repercussões, e nenhum movimento político teve a mesma importância no mundo.

Proposições básicas:

  • O mundo está dividido em nações, cada uma com o seu propósito caráter, história e destino.
  • A nação é a única fonte do poder político.
  • A lealdade à nação supera todas as outras lealdades.
  • Para ser livre, todo o indivíduo tem de pertencer a uma nação.
  • Uma nação exige liberdade de expressão e autonomia totais para si.
  • A paz global e a justiça exigem um mundo constituído por nações autónomas.

Propriedades sagradas da nação:

  • A crença na eleição étnica, a ideia de nação como povo eleito encarregado de uma missão especial ou que tem um pacto exclusivo com a divindade.
  • Uma afinidade com um território sagrado, uma pátria ancestral santificada por santos, heróis e sábios, assim como pelos túmulos e monumentos dos antepassados.
  • Memórias comuns de "idades do ouro", vistas como os pontos altos da etno-história da nação, eras de esplendor material e ou espiritual e artístico.
  • O culto dos "mortos gloriosos" e do seu sacrifício heróico em prol da nação e do seu destino.

O Nacionalismo adquire importância fundamental:

  • Nas crises de construção da nação.
  • Nas conquistas.
  • Frente a ameaça externa.
  • Em disputas territoriais.
  • Frente a dominação de um grupo étnico ou cultural hostil.

 

 

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